LEIA NOSSAS POSTAGENS

LÁ FORA É A CASA DOS HORRORES



BRASILEIRO !!.. É ESTE O NOSSO CHULO CONGRESSO NACIONAL

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TÍTULO DE ELEITOR

Brasileiros podem pedir título de eleitor pela Internet

O programa Título Net começa a vigorar segunda-feira (13) no estado da Paraíba. Por ele, os eleitores poderão, até o fim de agosto, solicitar o título eleitoral, pedir transferência de domicílio ou fazer a revisão de seus dados pela internet. A iniciativa é do Tribunal Superior Eleitoral e dos tribunais regionais eleitorais.
O projeto já está funcionando em Rondônia desde segunda-feira (6.) No dia 20 deste mês, será implantado no Distrito Federal e no dia 27 em São Paulo e no Paraná. Até 24 de agosto, o programa estará em todos os estados. Ele foi testado no DF em 2008.
Assim que o Título Net chegar aos estados, o eleitor poderá acessar a página do TRE, preencher o requerimento, a transferência ou a revisão de dados. Depois, terá de comparecer a uma unidade de atendimento da Justiça Eleitoral para comprovar os dados.

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O CONGRESSO BRASILEIRO LA FORA

Revista britânica chama Senado brasileiro de 'casa de horrores'

A longa lista de escândalos do Senado brasileiro chegou às páginas da revista britânica "The Economist", uma das mais conceituadas do mundo. Com o sugestivo título de "Casa de Horrores", a publicação relembra o escândalo dos atos secretos, a residência de R$ 4 milhões omitida pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), da Justiça Eleitoral, os negócios de crédito consignado de seu neto José Adriano Sarney, dentro do Senado, - todos revelados pelo jornal O Estado de S. Paulo -, além da farra das passagens aéreas e o castelo de R$ 5 milhões não declarado à Receita Federal pelo ex-diretor Agaciel Maia.
Com o irônico subtítulo "O que os parlamentares britânicos podem aprender com os senadores brasileiros" - por conta de recentes escândalos na Inglaterra em que deputados foram pegos usando dinheiro público para pagar contas particulares - a reportagem começa lembrando outros detalhes da vida no Senado com que os brasileiros já estão acostumados: 10 mil servidores para tomar conta de apenas 81 senadores, plano de saúde gratuito e vitalício para os parlamentares, auxílios-moradia generosos. "Um ex-servidor conta que seus colegas costumam dizer que o Senado era como uma mãe para eles. Outros o comparam a um clube", diz a revista.
A "The Economist" conta, ainda, que senadores de todos os espectros políticos estão envolvidos, citando o caso de Arthur Virgílio (PSDB-AM), que teve uma conta de seu hotel em Paris paga por Agaciel Maia. Sarney, na reportagem, é apontado como um "sobrevivente" e o prognóstico da revista é de que ele deverá manter a cadeira de presidente do Senado, lembrando a defesa do senador feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu interesse em manter o PMDB como aliado.
"Em um período em que a economia apenas começa a ressurgir de uma recessão, a saga dos atos secretos lembra aos brasileiros que seus políticos nunca impõem austeridade a eles mesmos. Também por relembrar os defeitos de alguns aliados de Lula e sua disposição para fechar os olhos a escândalos quando isso lhe serve", finaliza a "The Economist".

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JOSÉ ALENCAR


Médicos aconselham José Alencar a se submeter à uma nova cirurgia

Médicos estão aconselhando a José Alencar, a fazer uma nova cirurgia, já que o vice-presidente está com obstrução total do intestino.
De acordo com informações de assessores, Alencar e a equipe médica vão decidir ainda nesta quinta-feira (9) se haverá ou não cirurgia. O presidente em exercício já teria passado por 13 cirurgias.

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OUTRA PIZZA BEM GRANDE ENTRA NO FORNO


Governistas decidem instalar CPI da Petrobras na terça-feira

A base aliada decidiu nesta quinta-feira (9) instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras na próxima terça (14), às 15h, por determinação do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
A informação é do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que destacou o controle da CPI (presidência e relatoria) pela base do governo. Os nomes para o comando da CPI serão definidos, segundo Jucá, numa reunião da base governista na terça-feira pela manhã.
O senador desvinculou a decisão tomada nesta quinta-feira (9), após reunião de todos os líderes governistas no Senado a uma possível determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de instalação imediata da CPI. A oposição - que tinha marcado para as 14 horas a ida ao STF com a finalidade de dar entrada em um mandado de segurança, com pedido de liminar - mudou de posição pelo menos por enquanto.
MANDATO DE SEGURANÇA
O vice-líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), após a decisão da base governista, decidiu suspender a apresentação do mandado de segurança no STF. A oposição resolveu aguardar os desdobramentos da instalação da CPI na semana que vem.
Jucá descartou qualquer combinação de jogo com a oposição para instalar a comissão de inquérito. "Não há entendimento com a oposição, portanto não se está combinando jogo nenhum. A maioria do governo será exercida em sua plenitude com responsabilidade e com cuidado."
O líder do governo disse ainda que os governistas não aceitarão qualquer tipo de agressão a parlamentares da base, como ocorreu ontem numa áspera discussão entre Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Eduardo Suplicy (PT-SP), quando se debatia a instalação da CPI. "Ninguém vai ganhar no grito, temos que retomar o clima de harmonia, de entendimento e de normalidade, sem agressões e com respeito."
INVESTIGAÇÃO SOBRE DESVIOS
Na mesma direção do líder do PT, Aloizio Mercadante (SP), o senador Romero Jucá afirmou que não cabe à CPI da Petrobras qualquer investigação sobre supostos desvios de recursos repassados pela estatal à Fundação José Sarney, como sede no Maranhão.
"É um convênio dentro dos preceitos de atuação da Petrobras. Esse convênio está respaldado pela lei Rouanet, deve ser fiscalizado pelo Ministério da Cultura, pela CGU [Controladoria-Geral da União], pelo TCU [Tribunal de Contas da União] e, portanto, esse é um desdobramento de checagem de documentos e de cumprimento de convênio. Não tem questão de relacionamento com a CPI", disse Jucá.
Em nota à imprensa, assessoria do presidente José Sarney comunicou que o parlamentar é presidente de honra da fundação.
"[José Sarney] não participa de sua administração, nem tem responsabilidade sobre ela. Os esclarecimentos das acusações publicadas na imprensa deverão ser prestados pelos administradores legalmente constituídos", diz a nota.

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SARNEY = NOVAS DENÚNCIAS


Denúncia contra Sarney une crise do Senado à CPI da Petrobras

Novas denúncias publicadas nesta quinta-feira de que a Fundação José Sarney desviou recursos repassados pela Petrobras jogou a crise do Senado no escopo da CPI criada para investigar a estatal.
O governo, contrário à Comissão Parlamentar de Inquérito, está se vendo obrigado a resolver os impasses políticos e eventualmente colocar a CPI para funcionar.
"É um fato relevante e não há como ignorá-lo. Embora não esteja entre os fatos que motivaram a CPI, tudo que se refere à Petrobras nós vamos investigar", afirmou à Reuters o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Em reportagem publicada nesta quinta, o jornal O Estado de S.Paulo diz que a Fundação José Sarney desviou para empresas fictícias e outras de propriedade do presidente do Senado pelo menos 500 mil reais de uma verba total de 1,3 milhão de reais repassada pela Petrobras sem concorrência pública.
Os recursos teriam o objetivo de cuidar do acervo da fundação, criada para preservar a memória da gestão presidencial de Sarney. Entre outros serviços, estava prevista a digitalização de documentos, mas aparentemente o projeto nunca saiu do papel.
A assessoria de imprensa da Petrobras informou que a companhia está avaliando o teor da notícia envolvendo a Fundação Sarney e que poderá, posteriormente, se pronunciar sobre o assunto.
A assessoria do presidente do Senado informou "que Sarney é o presidente de honra da Fundação e não participa de absolutamente nada da administração do instituto".
Segundo a assessoria, Sarney determinou a "apuração rigorosa" das denúncias.

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VALE A PENA VER DENOVO

Jarbas Vasconcelos : E ELE É DO PRÓPRIO PMDB. Será que não dividiram as beneses e a grana com ele ?

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QUEM SABE FAZ A HORA !! Não espera.

BRASILEIRO SEM ATITUDE

VOCÊ REALMENTE É OU APENAS SÓ SE DIZ DONO DESTE PAÍS GOVERNADO POR MÃE JOANA NO EXECUTIVO,LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO ?

Se Você é brasileiro, parabéns, o Brasil, no ponto em que chegou, é o único País do mundo em que seus cidadãos, coletivamente ou individualmente, podem achincalhar abertamente seus políticos qualificando-os de CALHORDAS, PATÍFES, CANALHAS, LADRÕES e ou qualquer outro adjetivo sem temer qualquer punição pelo fato de ter o álibi de estar falando nada mais que a pura verdade.
Qualquer destes usurpadores da coisa pública, corruptores ou corrompidos que resolver processar o cidadão de bem achincalhador (sabe bem) será execrado pela sociedade já que as qualificações a si impostas são de consciência comum.
Brasileiro, se você ainda não possui a coragem suficiente e urgente para, fisicamente com paus e pedras e ou com a arma branca ou de fogo que possui guardada em casa botar pra correr essa corriola nojenta que diz estar governando para você, pelo menos, nas próximas eleições, não vá cair de novo na besteira de votar naquele político ordinário que está com processo nas costas suspeito de ladroagem ou falcatrua por mínima que ela seja.
Não esqueça do dito popular = QUEM ROUBA UM TOSTÃO, ROUBA UM MILHÃO..ou ..ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO !
Nesta página da historia Brasileira, POLÍTICO BOM É POLÍTICO PRESO embora “nunca na historia deste Pais” se tenha visto isso por parte da tabém desmoralizada "JUSTIÇA".

LÁ EM BRASILIA, NO LÚGUBRE ESCONDERIJO DAS SALAS EM QUE TRABALHAM ESTÃO ESPERANDO E OUSANDO PROVOCAR O POVO FAZER JUSTIÇA COM AS PROPRIAS MÃOS.
QUALQUER HORA DESSAS ESSE PENICO VAI TRANSBORDAR.

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O BANDITISMO LÍCITO E OFICIAL


Conselho de Ética rejeita punição branda para Edmar Moreira

Conselho de Ética da Câmara rejeitou relatório que pedia uma punição branda para Edmar Moreira, conhecido como o "deputado do castelo".
Por 7 votos a 3, o Conselho derrubou a proposta de suspender as prerrogativas do mandato do parlamentar por 4 meses.
Na semana passada, foi rejeitado o relatório que pedia a cassação de Edmar, por uso indevido da verba indenizatória. Agora, um novo relator terá duas semanas para apresentar outro parecer.

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DAQUI NÃO SAIO ! Essa Têta é minha !!!


DAQUI NINGUEM ME TIRA !!!!!

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MÃOS LIMPAS


NA POLÍTICA.., É ISTO QUE A SOCIEDADE BRASILEIRA QUER E PRCISA !

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MÁFIA,..O trabalho tem que ser rápido.

BRASILIA, Um Condado independente do BRASIL.

(COSA NOSTRA) "Comissão" responsabiliza Maia e Zoghbi por atos secretos.
Relatório final de sindicância no Senado pede processo contra ex-diretores, mas não solicita anulação dos atos secretos.

A comissão de sindicância criada há 10 dias pelo presidente da facção mafió..(pedão), digo, do Senado José Sarney para investigar os atos secretos do Senado entregou nesta segunda-feira (6) seu relatório final.
*
SAFA ONÇA !
Os "vários" responsáveis pela investigação chegaram à conclusão de que os ex-diretores da Casa, Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi, (SENADORES NUNCA) são os principais responsáveis pelas ações.
Segundo o documento, ficou claro que a não publicação dos atos secretos aconteceu por determinação e não por falha técnica. Oito dos 10 servidores ouvidos sobre o assunto responsabilizaram Agaciel, que foi diretor-geral do Senado, e Zoghbi, que era diretor de Recursos Humanos da Casa.
A sindicância recomendou a abertura de processo administrativo contra os dois, o que foi pedido formalmente por Sarney ao primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes. Além dos dois ex-diretores, cinco servidores do Senado também responderão a processo administrativo por "cumprir ordens superiores, manifestadamente ilegais".
O resultado da comissão de sindicância isenta de responsabilidade sobre os atos o ex-diretor geral do Senado José Alexandre Gazineo, que foi adjunto de Agaciel Maia e o substituiu no cargo de diretor-geral após a exoneração do mesmo. De acordo com o relatório, Gazineo não teve qualquer participação "nos ilícitos, tendo sempre agido no estrito cumprimento de suas obrigações funcionais".
A comissão de sindicância, formada por três servidores do Senado, um do Tribunal de Contas da União e um da Procuradoria-Geral da República, detectou a existência de 663 atos administrativos secretos há duas semanas.
Na época, apenas um deles foi anulado pela Mesa Diretora do Senado, o que beneficiava Agaciel Maia com assistência médica vitalícia.
O relatório final da sindicância não pede a anulação de nenhum outro ato.
O documento também não associa o padrinho político de Agaciel e João Carlos Zoghbi, o presidente Sarney, às nomeações sigilosas de parentes e aliados de senadores.

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JEITINHO MINEIRO


Itamar ingressa no PPS, atira em Lula e apoia Aécio para 2010

Depois de três anos sem partido, o ex-presidente Itamar Franco se filiou nesta segunda-feira ao PPS. Na cerimônia, declarou apoio ao governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), em sua intenção de disputar a sucessão presidencial em 2010.
Em pouco mais de 17 minutos de discurso, também fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT.
"Uma análise da atual conjuntura no campo das oposições indica apenas uma candidatura. Nenhum outro nome até o momento se manifestou com tamanha clareza quanto nosso governador Aécio Neves", disse Itamar no saguão lotado da sede da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
O ex-presidente, que chegou ao local acompanhado de Aécio, afirmou que não poderia apoiar o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), porque ele não assumiu a posição de pré-candidato à Presidência.
Deixou claro ainda que não pretende ser candidato a vice em uma possível chapa de Aécio. "São dois nomes de Minas, isso é inviável", afirmou.
Itamar, que ocupou a Presidência da República de 1992 a 1995, apoiou a candidatura de Lula em 2002 e foi embaixador em Roma no primeiro mandato do atual presidente, mas depois rompeu com Lula.
Sem citar seu nome, criticou no presidente o que chamou de "culto à personalidade, a certeza messiânica e a incontinência verbal".
Disparou ainda contra o PT ao afirmar que "corre perigo a democracia com um partido que quer a manutenção do poder a qualquer custo".
Itamar, de 78 anos, deixou o PMDB em 2006 depois que o partido optou por Hélio Costa para disputar uma vaga no Senado, contra suas pretensões pessoais.

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SOLUÇÃO PARA A GRANDE BANDALHEIRA.

(COSA NOSTRA) Está tudo resolvido. DINHEIRO FÁCIL É TUDO

JÁ ESCOLHERAM OS PATOS DA CRISE
Os Mafiosos brasileiros articulam um novo período de PAZ, vão cortar duas unhas da HIDRA sem macular sua constituição orgânica.
Sarney abre processo que pode demitir Agaciel e Zoghbi,...que posteriormente serão bem remunerados (como cala boca as custas do erário público) pelo sacrifício.

O presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) oficializa nesta segunda-feira a abertura de processo administrativo contra o ex-diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, e contra o ex-diretor de recursos humanos, Carlos Zoghbi.
Os dois são investigados pelos crimes de improbidade e prevaricação por estarem supostamente envolvidos em denúncias de edição de atos secretos com o objetivo de beneficiar alguns servidores ou a eles próprios. Se as denúncias forem comprovadas, ambos podem ser demitidos do serviço público, além de correrem o risco de perder o direito a aposentadoria.
Antes de se decidir pela abertura deste processo, uma comissão do Senado investigou a questão dos atos secretos e concluiu que os atos não eram publicados por determinação deles.
De acordo com o primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), a Casa vai se debruçar nestas apurações e responsabilizar os envolvidos. "Essa história de atos secretos precisa ser passada a limpo. Esperamos uma punição justa para os culpados, trazendo clareza a tudo que foi praticado de irregular nesses últimos anos", disse.

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DANTAS E MAIS 13 DENUNCIADOS


Na 2ª fase da Satiagraha, banqueiro deve responder por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha

Está programada para o meio-dia desta segunda (6) uma entrevista coletiva no prédio do Ministério Público Federal, em São Paulo.
Serão divulgados os detalhes de uma nova denúncia protocolada há três dias na 6ª Vara Criminal Federal, do juiz Fausto de Sanctis.
Diz respeito à segunda fase da Operação Satiagraha. Dessa vez, Daniel Dantas foi denunciado junto com mais 13 pessoas.
Entre elas a irmã dele, Verônica Dantas; o presidente do Opportunity, Dório Ferman; o executivo Itamar Benigno Filho.
O ex-vice-presidente Carlos Rodenburg; e o ex-diretor da Brasil Telecom Humberto Braz.
São acusados da prática de uma penca de delitos. Por exemplo: lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira.
Evasão de divisas, formação de quadrilha e organização criminosa. O texto traz a assinatura do procurador Rodrigo de Grandis.
Foi redigido a partir de relatório do delegado Ricardo Saadi, que sucedeu Protógenes Queiroz na condução da Satiagraha.
Feita a denúncia, caberá ao juiz De Sanctis decidir se converte a peça em ação penal. São grandes, muito grandes, enormes as chances de que isso ocorra.
Confirmando-se a ação, os 13 denunciados serão levados ao banco dos réus e poderão exercer o direito constitucional ao contraditório. De antemão, todos negam os malfeitos.
Na fase inaugural da Satiagraha, ainda sob Protógenes, o juiz De Sanctis recebera uma primeira denúncia. Tratava do oferecimento de propina a um delegado federal.
Nesse processo, Daniel Dantas foi condenado por corrupção ativa a 10 anos de cadeia, mais multa. Recorreu. E responde em liberdade.
Um pedaço da nova denúncia evoca o escândalo do mensalão. O Ministério Público detalha a origem de parte das verbas que escoaram pelo “valerioduto”.
Vieram, de acordo com a denúncia, da Brasil Telecom. À época, a empresa integrava o Grupo Opportunity.
Os responsáveis pela Satiagraha travam uma corrida contra o relógio. Tentam preservar o bloqueio de US$ 450 milhões. Dinheiro atribuído a Dantas.
O dinheiro encontra-se retido em cinco contas bancárias nos EUA. Depois de bloqueado, quase foi liberado.
Decisão da Corte Distrital de Washington adiou para setembro o veredicto sobre a manutenção do bloqueio. O governo brasileiro deseja repatriar o dinheiro.

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COMISSÃO TEM SERVIDOR QUE JÁ MORREU.

Grupo é integrado por funcionários que não mais pertencem aos quadros do Senado e até por um servidor morto em 2005

Único instrumento de fiscalização das contas bancárias mantidas em sigilo no Senado, a comissão interna formada por um senador e dez servidores é uma peça de ficção. O grupo é integrado por funcionários que não mais pertencem aos quadros do Senado e até por um servidor morto em 2005.
O grupo não se reúne há pelo menos cinco anos. Em tese, o colegiado deveria analisar as movimentações de três contas criadas para gerir as contribuições mensais dos funcionários que aderiram ao plano de saúde do Senado, mas essa tarefa coube exclusivamente ao ex-diretor-geral Agaciel Maia.
As contas bancárias (duas na Caixa Econômica Federal e uma no Banco do Brasil) têm saldo de R$ 160 milhões e são movimentadas constantemente. As retiradas são realizadas sem controle e não há qualquer prestação de contas dos saques.
A comissão, a quem caberia cuidar desse controle, ainda tem a mesma composição de 2003. Ainda consta como membro Celso Aparecido Rodrigues, diretor financeiro do Senado. Ele foi designado para o Conselho de Supervisão do SIS (Sistema Integrado de Saúde) em agosto de 2003 e morreu dois anos depois.
Auditoria externa
Neste domingo, o Senado informou que vai contratar uma auditoria externa para analisar a movimentação de três contas bancárias paralelas da instituição criadas em 1997 e administradas por Agaciel Maia.
O diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, divulgou nota neste domingo negando que as contas sejam secretas. O dinheiro dessas contas vem do desconto feito no salário de servidores da Casa para custear o plano de saúde. De acordo com Tajra, as contas do SIS (Sistema Integrado de Saúde) foram aprovadas pela Resolução do Senado Federal nº 86, de 1991, e publicado no Diário do Congresso Nacional.
Tajra afirmou que não há irregularidade no fato desses recursos não estarem no Siafi (sistema de acompanhamento dos gastos público). "Tais contas não são movimentadas via Siafi porque não se tratam de recursos públicos, mas recursos provenientes do desconto da contribuição mensal paga pelos usuários do SIS, que são os funcionários do Senado Federal e seus dependentes", afirmou.
O diretor-geral - o segundo sucessor de Agaciel - sustenta que há controle na utilização do dinheiro do SIS porque são elaborados relatórios da movimentação das contas do que estão à disposição do seu Conselho de Supervisão.
"As movimentações dessas contas não se dão de forma livre. Elas somente são movimentadas mediante ofício dirigido aos bancos com as assinaturas do Diretor da Secretaria Executiva do SIS e do Dirigente do órgão operacionalizador, que no caso é o Senado Federal."
Apesar dos descontos dos servidores, só uma pequena parte desse valor é usada para essa finalidade porque o Senado custeia quase a totalidade das despesas médicas de seus funcionários - a Casa tem orçamento próprio para isso. O saldo atual nessas contas representa mais de três vezes o gasto anual do Senado com despesas médicas, incluindo as dos senadores, de cerca de R$ 50 milhões.

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ELE JÁ DISSE QUE NÃO VAI SAIR..


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DESCULPA ESFARRAPADA.

Explicação de Sarney para omissão de casa de R$ 4 milhões para a Justiça Eleitoral diverge de informações dadas ao TSE

As explicações do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para a omissão da propriedade de uma casa de R$ 4 milhões para a Justiça Eleitoral divergem das informações prestadas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Para justificar a omissão, Sarney disse que seu contador se equivocou e repetiu na declaração de 2006 a mesma lista de bens informada em 1998.....pode ?
No entanto, uma consulta às declarações prestadas por Sarney ao TSE em 1998 e 2006 mostra que as informações patrimoniais são muito diferentes entre um ano e outro. Na declaração de 1998, o patrimônio de Sarney é estimado em R$ 2.296.020,20. Na de 2006, o patrimônio informado foi de R$ 4.263.263,45.
Entre 1998 e 2006, a declaração de bens de Sarney mostra intensa movimentação imobiliária: há uma diferença de ao menos cinco imóveis entre os dois documentos.
Em 1998, ele era proprietário de duas casas e meia, 12 lotes e uma propriedade rural no Maranhão e no Amapá, que totalizavam R$ 698 mil. Em 2006, Sarney declarou ao TSE que era proprietário de um imóvel, uma casa, um sobrado, 12 lotes e cinco terrenos, que somavam R$ 319 mil.
A assessoria de Sarney ficou de verificar as informações e esclarecer o "desencontro de informações".
Segundo a nota distribuída pela assessoria do presidente do Senado, a casa que fica na Península dos Ministros, área mais nobre de Brasília, foi adquirida em agosto de 1997, em leilão público, e a quitação foi parcelada em dez vezes. Sarney afirma que, como o imóvel permaneceu em domínio de seu antigo proprietário até a conclusão do pagamento, não entrou na declaração de Imposto de Renda de 1998.
O documento afirma que a casa foi omitida na declaração de bens de 2006 por um equívoco de seu contador, que apenas repetiu a mesma lista de bens de 1998. A nota diz que a partir de 1999, a casa passou a constar na declaração à Receita Federal. O registro do contrato de compra e venda foi lavrada em cartório em setembro de 1997 e a escritura foi formalizada em 2007.
Sarney apresentou junto à nota um documento certidão do Tribunal de Contas da União. No documento, o secretário Alessandro Laranja atesta que a mansão do senador José Sarney (PMDB-AP) consta em suas declarações de imposto de renda dos anos-calendário 1999 a 2007.
Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo", o parlamentar registrou a compra em um contrato de gaveta em 1997, quando comprou a casa do banqueiro Joseph Safra. Nas declarações repassadas por Sarney nas últimas duas eleições que disputou, o imóvel não foi incluído entre a lista de seus bens.
Ao jornal, a assessoria de Sarney informou que ocorreu um "erro do técnico que providencia a documentação do presidente Sarney junto aos órgãos competentes". Afirmou ainda que o imóvel consta das "declarações anuais de Imposto de Renda do presidente, entregues também ao TCU com frequência anual".

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A NOSSA INFIMA SORTE É QUE A MENTIRA TEM PERNA CURTA !!!...........PÉÉÉÉGAA !!!!!!

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GOLPE ELEITOREIRO


Lula decide manter reajuste de servidores, diz Bernardo

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, afirmou nesta sexta-feira que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é manter o reajuste do funcionalismo público previsto para este mês.
Ele disse que a decisão sobre eventuais cortes no Orçamento deste ano ainda não foi tomada.
"O presidente orientou que nós façamos o cumprimento dos acordos. Para 2009, nós continuamos analisando a situação (do Orçamento) e temos até o dia 20 de julho para tomar decisões que serão enviadas em relatório (de reprogramação de despesas e receitas) ao Congresso Nacional", disse a jornalistas.
Na véspera, a Reuters já havia antecipado que a equipe econômica estava decidida a manter o reajuste de servidores para evitar o desgaste político de uma suspensão --que chegou a ser cogitada diante da queda de arrecadação provocada pela crise global.
O aumento, extensivo a várias categorias de servidores, está prometido desde 2008, quando foi acordado um reajuste salarial escalonado em três anos. O impacto do aumento deste ano sobre a folha é de 6 bilhões de reais.
Paulo Bernardo disse ainda que as despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) poderão ser abatidas do cálculo de superávit primário em 2010 "se for julgado conveniente, se nós tivermos numa situação de dificuldade na hora de cumprir a meta".
A legislação atual já permite que a meta, definida em 2,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), seja reduzida em 0,5 ponto do PIB pelos investimentos feitos em projetos considerados prioritários (Projeto Piloto de Investimentos). Mas o governo só fará esse ajuste no final do ano, se necessário.
"Todos os recursos do PAC que forem executados em 2010 poderão eventualmente ser abatidos da meta de superávit primário", disse o ministro.

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LULA E SARNEY


Lula joga a "bóia" e salva Sarney, por enquanto
"Fundo de poço tem mola", diz o dito proferido por políticos experimentados. O presidente do Senado, José Sarney, personifica o provérbio. Com o apoio do governo, decidiu colocar na gaveta a hipótese da renúncia, por ora.
Sarney (PMDB-AP) esteve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira. Disse a ele que não abre mão do controle da instituição e que deseja liderar o processo de reestruturação do Senado. Para isso, exigiu o apoio da base aliada.
Nas palavras de dois dos seus assessores, ele saiu do encontro "satisfeito". Apesar de dizer que não deixa o cargo, não suspendeu a ameaça --golpe forte à governabilidade e, por essa razão, seu trunfo.
Tudo depende agora dos desdobramentos da crise e da fidelidade de aliados.
"Se tiver que sair, ele sai. Não está apegado (ao cargo), mas não acho que isso vai acontecer", disse à Reuters a filha e governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), antes mesmo do encontro do pai com o presidente da República.
O PT transformou-se em bóia para José Sarney, jogada a pedido de Lula para salvar o aliado. Foi por intervenção do presidente que seu partido não abandonou o barco nos últimos dois dias.
"Sem o PT, não dá", afirma um auxiliar do peemedebista.
Num jantar com os senadores do PT, na noite passada, Lula foi contrário à proposta de licença temporária feita informalmente pelo líder do partido, Aloizio Mercadante (SP). Foi marcada uma reunião da bancada para terça-feira que vem para avaliar a crise e o posicionamento da bancada.

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POLICIA FEDERAL E A SUJEIRA NO SENADO

Sarney indica servidor para ajudar investigação da Polícia Federal no Senado
Atendendo a solicitação do ministro da Justiça, Tarso Genro, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), designou hoje (3) um servidor para prestar esclarecimentos à Superintendência de Polícia Federal (PF) no Distrito Federal sobre o inquérito que investiga denúncias de corrupção nos contratos de empréstimo consignado na Casa.
O indicado foi o diretor da Secretaria de Controle Interno do Senado, Eduardo Torres, que repassará os documentos e as “informações necessárias” à Polícia Federal, responsável pelo inquérito que foi iniciado pela Polícia do Senado.
Na primeira fase das investigações, a Polícia Legislativa pediu o indiciamento de quatro pessoas, entre elas o ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zoghbi.
Hoje de manhã, o ministro Tarso Genro informou que a PF vai investigar funcionários e serviços terceirizados, e não senadores ou deputados. “A PF só vai investigar deputados e senadores se houver determinação do Supremo [Tribunal Federal].
Em suas averiguações ordinárias, a Polícia Federal investiga servidores, empresas e lobistas que tenham algum tipo de influência. Quando há parlamentares incluídos, a PF só age por determinação do Supremo, a pedido do Ministério Público”, completou Tarso, negando que haja algum constrangimento em investigar um presidente do Poder Legislativo.

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BOLSA FAMÍLIA = REAJUSTE ESTE ANO


Tendência do Governo federal é dar aumento acima da inflação acumulada desde o último reajuste, em julho de 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu conceder um reajuste aos benefícios do Bolsa Família ainda neste ano. A tendência é dar um aumento acima da inflação acumulada desde o último reajuste, em julho do ano passado.
Há três cenários em estudo no governo. A primeira e provável opção de Lula é oferecer de uma só vez a inflação acumulada desde julho do ano passado mais a previsão de inflação para o ano que vem. O valor médio do benefício, hoje em R$ 85, poderia ser reajustado para ao menos R$ 95.
No segundo cenário, o reajuste do Bolsa Família seria atrelado a outro indicador econômico, como o salário mínimo. O aumento não ficaria vinculado ao indicador de inflação, que tem apresentado tendência de queda. Nos últimos 12 meses, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado é de 5,20%. O IPCA é o indicador oficial da inflação.
No terceiro cenário, Lula daria em julho ou agosto deste ano o reajuste relativo aos últimos 12 meses de inflação e faria outro reajuste em julho ou agosto do ano que vem, já no início da campanha eleitoral.
(N. Jornal)

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SAÍDA


Sarney decide se fica no cargo depois de conversa com Lula

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), está disposto a se afastar do cargo, mas espera pelo retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva do exterior para avaliar cenários e tomar uma decisão.
Segundo uma fonte ouvida pela Reuters que esteve com Sarney na manhã desta quarta-feira, o senador está menos abatido do que estava na véspera. Ele e seus aliados imediatos estão contabilizando os ganhos e perdas de uma licença ou até de uma renúncia. A dificuldade para o governo é justamente esta.
Se se afastar, a oposição ocupa a cadeira da presidência na figura do tucano Marconi Perillo (GO), primeiro vice. Se renunciar à presidência, novas eleições vão ser convocadas e há sérias dúvidas se o governo conseguirá eleger um novo nome de sua base.
Há previsões de que, neste cenário, a cúpula do PMDB não ajudaria o presidente Lula nesta missão. No Senado, o governo tem apenas uma estreita maioria.
O presidente volta de sua viagem à Líbia, onde participa de Assembléia da União Africana, na noite desta quarta-feira, reunindo-se com Sarney provavelmente na manhã de quinta.
Na terça-feira, Sarney viu seu apoio político ser fortemente abalado depois que o Democratas --que o sustentou para presidente--, o PSDB e o PDT cobraram sua licença do cargo até o final das investigações sobre o escândalo dos atos secretos e sobre o suposto beneficiamento irregular de familiares por parte do presidente da Casa. As três legendas somam 32 dos 81 senadores.
A ministra-chefe da Casa, Dilma Rousseff, conversou com Sarney na terça-feira pedindo que ele não tomasse uma decisão antes do retorno do presidente Lula.
Nesta manhã, Sarney se reuniu com integrantes do PT, PMDB e PTB em sua residência pessoal para analisar a situação. A bancada do PT, que está dividida em relação ao apoio a ele, se reúne nesta tarde para definir que posição vai tomar no caso. A bancada do PMDB divulgou nota na terça reiterando adesão a Sarney.

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COISA POUCA

Três diretores do Senado são afastados do cargo

Três diretores do Senado foram afastados nesta segunda-feira do cargo: o diretor da Secretaria de Patrimônio, Aloysio Novais Teixeira; o da Secretaria de Coordenação e Execução, Sebastião Fernandes Neto; e o da Secretaria de Controle Interno, Shalon Granato. Segundo a assessoria de imprensa do primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), a saída dos três é um movimento normal, para deixar o novo diretor-geral da Casa, Haroldo Tajra, à vontade para montar sua equipe.
Os três diretores exonerados do cargo estavam, antes, ligados ao ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, acusado de ser o responsável por 663 atos secretos. Agaciel será investigado pela Polícia Legislativa da Casa por causa da suspeita de que teria infiltrado por meio de atos secretos assessores em gabinetes de senadores sem o conhecimento dos parlamentares.

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Ê VOVÔ !..FAZ AÊÊ !!!!

Ele reconhece que empresa do neto intermediava empréstimos para servidores, mas afirma que não interferiu nos negócios

Na tentativa de evitar que novos pedidos de afastamentos se repitam na tribuna do Senado, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), encaminhou neste fim de semana uma carta aos 80 colegas se defendendo das denúncias de que seu neto teria sido favorecido em negociações com a instituição.
Sarney reconhece que uma empresa de José Adriano Sarney intermediava empréstimos consignados para servidores da Casa, mas afirma que não interferiu nos negócios do neto.
"Nenhuma ligação pode ser feita entre a minha presidência e o fato objeto da reportagem. Quero também comunicar-lhe que pedi à Polícia Federal que investigue todos os empréstimos consignados no Senado e as empresas que os operam", afirma o documento.
As bancadas do PT, PSDB e DEM devem se reunir nesta semana para fechar um posicionamento sobre a permanência de Sarney no cargo. Os partidos devem defender que ele se afaste dos processos que apurem as denúncias de irregularidades na Casa, mas fique no comando do Senado. Senadores do DEM avaliam que abandonar Sarney seria o mesmo que desamparar o primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI).
Os petistas também seguram o tom do discurso com a interferência do Palácio do Planalto. A posição dos tucanos tem sido moderada, mas o líder da bancada, Arthur Virgílio (AM), que se viu envolvido diretamente nas denúncias afirma que não vai esperar a decisão do partido para agir e propor nesta segunda-feira uma representação contra Sarney por quebra de decoro parlamentar.
A pressão pela saída de Sarney aumentou depois da descoberta que seu neto é dono de uma empresa que negocia contratos de empréstimos consignados com funcionários do Senado. Vários parentes de Sarney foram empregados em gabinetes de outros senadores por meio de nomeações em atos secretos.
Em nota divulgada na quinta-feira, o presidente do Senado afirmou que existe uma "campanha midiática" contra sua permanência no comando da Casa porque apoia o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sarney disse que seu neto tem qualificação profissional para intermediar empréstimos consignados entre instituições bancárias e servidores do Senado.
"As explicações do meu neto, pessoa extremamente qualificada com mestrado na Sorbonne e doutorado em Havard, são suficientes para mostrar a verdadeira face de uma campanha midiática para atingir-me na qual não excluo a minha posição política, nunca ocultada, de apoio ao presidente Lula e seu governo", disse.
Segundo reportagem publicada pelo jornal "O Estado de S. Paulo", o esquema de empréstimo consignado para servidores do Senado inclui entre seus operadores o neto do peemedebista. Segundo o jornal, de 2007 até hoje a empresa de José Adriano teve autorização de seis bancos para intermediar a concessão de empréstimos com desconto na folha de pagamento.
Adriano Sarney é filho do deputado Zequinha Sarney (PV-MA). O neto do presidente do Senado disse, na reportagem, que sua empresa fatura por ano menos de R$ 5 milhões. De acordo com o jornal, José Adriano abriu a empresa quatro meses depois que o então diretor de Recursos Humanos da Casa, João Carlos Zoghbi, inaugurou assessoria para intermediar os contratos no escândalo que o afastou do cargo.

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